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Dicas para quem deixou o IR para a última hora

img_797x448$2018_02_05_15_03_06_7512O prazo para a entrega do Imposto de Renda (IR) termina já na próxima segunda-feira (30). Até às 17h desta quinta-feira (26), a Receita ainda esperava 8 milhões de declarações ou um terço dos documentos previstos. Se você está neste grupo, quer por medo e errar ou pela falta de algum comprovante de pagamento, veja algumas dicas que podem ajudar na prestação de contas ao Fisco deste ano. A principal delas vem da própria Receita Federal: melhor entregar a declaração com erros no prazo e evitar a multa, que varia de R$ 165,74 a 20% do imposto devido. Vale até preencher apenas os dados básicos e enviar o formulário em branco. Sem a entrega, o contribuinte pode, entre outras itens ser impedido de obter certidões negativas junto à Receita, e com isso, não conseguir financiamentos, especialmente imobiliários. Após enviar o documento incompleto, será preciso fazer uma declaração retificadora. O contribuinte deve, porém, ter cuidado na escolha do modelo (completo ou simplificado), já que na retificadora o modelo será o mesmo da declaração principal, afirma Domingos. Outra orientação é evitar enviar o IR nas últimas horas, pois o site da Receita pode haver congestionamento. Da 1h às 5h, o site não recebe declarações. Revisar o conteúdo cuidadosamente antes de enviar é recomendação, pois na correria é comum cometer erros de digitação e esquecer de incluir informações obrigatórias. Caso o contribuinte não tenha todos os dados, a orientação é incluir os mais importantes, como rendimentos tributáveis (comprovantes entregues pelo empregador), saldo bancário e outros rendimentos tributáveis (aluguel, pró-labore). Quem tem imposto a pagar deve saber que no último dia do prazo (dia 30), vence a parcela única ou a primeira parcela. Neste ano, o contribuinte deve ter atenção a algumas novidades, como a exigência de CPF para dependentes a partir de 8 anos, mudanças na guarda compartilhada e dedução de gastos com saúde. No ano passado, todo dependente de 12 anos já tinha que ter CPF próprio. Neste ano, a exigência já começa para dependentes de 8 anos de idade. Já em relação à declaração de gastos com saúde, uma das mudanças está no caso de fertilização in vitro, por exemplo, que agora somente o paciente que recebeu o tratamento poderá deduzir os custos do imposto.
As deduções com dependentes também mudam: no caso de tratamentos médicos que foram feitos em um ano e cujo pagamento ocorreu no outro, é preciso que o dependente que recebeu o tratamento conste, obrigatoriamente, nos dois anos.Na guarda compartilhada, cada filho pode ser considerado como dependente de apenas um dos pais, tendo em vista as modificações do Código Civil.

– Dê olho no Leão!

Fonte: Jornal Destak

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