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Um em cada cinco brasileiros guarda moedas por mais de seis meses

xmoedas.jpg.pagespeed.ic.ziOD2lV0bv (1)Comerciantes são unânimes em reclamar da falta de moedas em circulação no país, o que dificulta o troco. A explicação se deve, em boa parte, ao hábito de um em cada cinco brasileiros de guardá-las, por esquecimento na carteira ou com o intuito de poupar. Segundo o estudo “O brasileiro e sua relação com o dinheiro”, divulgado nesta quinta-feira, dia 19, pelo Banco Central (BC), 19,3% das pessoas guardam moedas por mais de seis meses. Além disso, segundo o BC, 56,2% usam o dinheiro guardado nos cofrinhos para fazer compras ou efetuar pagamentos. A pesquisa levou em conta a percepção da população e do comércio sobre a conservação das cédulas, a forma como armazenam e transportam o dinheiro, os meios de pagamento e os elementos de segurança das notas. Também de acordo com o Banco Central, os pagamentos em dinheiro vivo resistem, apesar de os brasileiros terem cada vez mais cartões de crédito e débito em suas carteiras: 96,1% das pessoas que responderam à pesquisa disseram que, apesar de utilizarem outros meios, ainda fazem pagamentos em espécie.  Ao responder à pergunta relacionada à modalidade de pagamento, os entrevistados podiam escolher mais de uma opção, e 51,5% mencionaram o uso de cartão de débito, assim como 45,5% elegeram o cartão de crédito. No caso de compras no valor de até R$ 10, 87,9% disseram que preferem pagar esse tipo de conta em espécie. Quando o valor é de R$ 500 ou mais, a maior parte dos consumidores (42,6%) prefere utilizar o cartão de crédito. Do outro lado do balcão, 75,8% dos estabelecimentos comerciais do país já aceitam cartões de débito, e 74,1% recebem pagamentos pela modalidade crédito. O cheque continua em caindo desuso: somente 16,3% dos lojistas do país ainda o aceitam. O recebimento de dinheiro representa 50% do faturamento total do comércio. Em 2013 — quando a pesquisa do BC passou a ser feita nos moldes atuais —, esse índice era de 55%. As vendas com cartões de crédito representam 25% do total. Já o cartão de débito elevou sua participação nas receitas de 14% para 20%. O cheque hoje representa apenas 1%.

– E você também junto moeda no cofrinho?

Fonte: Extra Online

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