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RJ é o 2º Estado com maior número de ocorrências de balões

img_797x448$2018_07_30_16_28_17_26280O incêndio que atingiu o Riocentro, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio, na noite do último domingo (29), mais uma vez trouxe à tona o problema da prática ilegal de soltura de balões. De acordo com o Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos), o Rio de Janeiro é o 2º Estado com o maior número de ocorrências de balões. Neste ano, já foram 194 casos no Estado, que fica atrás apenas de São Paulo, com 347. Em todo o ano passado, o Rio contabilizou 251 e São Paulo, 405. Segundo a assessoria de imprensa do Riocentro, pelo menos dez balões caíram no centro de convenções neste ano. Em 2017, foram 12 no total. “A GL events, empresa que faz a gestão do Riocentro, espera que após mais este crime sejam adotas medidas investigativas para punir os responsáveis e evitar que novos casos voltem a ocorrer”, disse a assessoria em nota. Neste ano, o Disque Denúncia já recebeu, até a última segunda-feira (30), 107 denúncias de balões no Estado do Rio de Janeiro. No ano passado, foram 123. A Operação Balão da Polícia Militar apreendeu 179 balões até o dia 29 de julho. O número é maior do que o total de janeiro a dezembro do ano passado e de 2016. No ano passado, foram 108, enquanto que em 2016, foram 154. Desde 1999, a campanha Disque Balão visa conscientizar a população sobre os perigos da prática de soltar balões e desestimular a ação dos baloeiros. A campanha, que é sazonal e anual, começa em 15 de abril e se estende até 15 de setembro, período em que há uma maior incidência dessa prática, por conta das festas juninas e julinas. Desde o ano de 2002, já foram computadas 6.940 denúncias envolvendo essa prática criminosa. Os balões podem cair em lugares imprevisíveis, podendo atingir residências, florestas ou veículos. Além disso, o item pode cair em redes elétricas e até mesmo colidir com aeronaves. Segundo a Lei de Crimes Ambientais (Lei 9.605), de 1998, é crime fabricar, vender, transportar ou soltar balões que possam provocar incêndios nas florestas e demais formas de vegetação, em áreas urbanas ou qualquer tipo de assentamento humano. A pena é de detenção de um a três anos e/ou multa. Além disso, segundo o Código Penal, também é crime expor uma embarcação ou aeronave a perigo ou praticar qualquer ato que impeça ou dificulte a navegação marítima, fluvial ou aérea. Nesta segunda-feira (30), a Defesa Civil precisou interditar o pavilhão 3 do Riocentro, devido à destruição total do telhado. A Polícia Civil periciou o local e investiga o crime. O Congresso Internacional de Matemáticos 2018, que aconteceria no local a partir desta quarta-feira (1º), vai ser transferido e realizado no pavilhão 6.

– É crime!

Fonte: Jornal Destak

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