O delegado Moysés Santana Gomes, titular da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) do Rio de Janeiro, afirmou em depoimento ao Ministério Público do Rio de Janeiro que drones flagraram cerca de 70 traficantes armados com fuzis fazendo a segurança de uma das casas de Edgar Alves de Andrade, conhecido como “Doca”, liderança máxima do Comando Vermelho em liberdade.
Segundo o delegado, o grupo estava posicionado em frente à residência antecipando a operação policial e configurando “preparação para resistência”. As imagens não foram incluídas no documento enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF).
A megaoperação foi adiada várias vezes, por motivos logísticos e climáticos — inclusive um muro construído por traficantes em uma das entradas do Complexo do Alemão teria atrasado o início da ação.
Para o Disque Denúncia, uma recompensa de R$ 100 mil foi oferecida por informações sobre o paradeiro de Doca — valor equivalente ao ofertado por informações que levaram ao Fernandinho Beira‑Mar.
Fonte: UOL










