O delegado Robinson Gomes, da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) no Rio, detalhou nesta sexta-feira (14) o papel da suspeita Ingrid Luiza da Silva Marques na estrutura criminosa que levou ao assassinato de Laís de Oliveira Gomes Pereira, de 25 anos, em Sepetiba.
Ingrid era amiga comum de Gabrielle Cristine Pinheiro Rosário, apontada como mandante, e de Davi de Souza Malto, o atirador da vítima. A investigação concluiu que Ingrid fez a ponte entre Gabrielle e os executores do crime.
De acordo com o delegado, o executor Erick Santos Maria recebeu cerca de R$ 20 mil pelo homicídio, mas não transferiu os valores para Davi, o que reforça como funcionava a cadeia de pagamento e mediação.
A Polícia Civil agora pedirá a prisão preventiva dos quatro envolvidos explicitados até agora, mandante, intermediária e dois executores.










