FOGOS ASSUSTAM CÃO E TERMINAM EM MORTE NA ZONA NORTE

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O ano de 2026 começou do pior jeito possível para uma família do Engenho de Dentro, na Zona Norte do Rio. A cadelinha Maya, de apenas 6 anos, da raça Golden Retriever, morreu dentro de casa durante a queima de fogos do Réveillon. Segundo a tutora, o animal sofreu um infarto provocado pelo barulho. Esse foi o segundo caso de morte animal por susto no Rio apenas na virada deste ano novo.

Muito abalada, a dona contou que Maya tinha pavor de fogos e, sempre que começava o foguetório, procurava refúgio em locais específicos da casa. Na madrugada de quinta-feira (1º), por volta das 2h, após a família retornar da comemoração da virada, veio a cena mais dolorosa: a cadela foi encontrada sem vida dentro da sauna da residência.

De acordo com a tutora, um veterinário foi chamado e confirmou que a causa da morte foi um infarto, muito provavelmente desencadeado pelo estresse e pelo som intenso dos fogos. Uma perda que deixou a família em choque e levantou novamente o debate sobre o impacto do barulho nos animais.

Vale lembrar que, no Rio de Janeiro, soltar fogos com estampido é proibido por lei. A Lei Orgânica do Município impede cidadãos de fabricarem ou utilizarem fogos barulhentos. Empresas e a própria prefeitura só podem usar artefatos com ruído reduzido em 50% ou totalmente silenciosos. Quem descumpre a regra pode ser multado entre R$ 200 e R$ 1.200.

Uma história triste, que escancara as consequências do desrespeito à lei e serve de alerta: barulho também mata — principalmente quem não tem como se defender.

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