É revoltante! Uma criança quebrou o braço andando de skate no centro de São Pedro da Aldeia, na Região dos Lagos do Rio, na última segunda-feira (5), e acabou sendo vítima do caos na saúde pública.
Após o acidente, o menino foi levado em uma viatura da Polícia Militar até a UPA da cidade, que pasmem: é referência em atendimento infantil. Lá, passou por raio-x, teve a fratura confirmada, mas recebeu a notícia absurda: não havia ortopedista nem material para fazer o gesso.
Sem opção, os profissionais improvisaram uma tala feita com papelão para imobilizar o braço da criança. Isso mesmo: papelão, como solução emergencial para uma fratura.
O atendimento digno só veio no dia seguinte, quando a criança foi encaminhada ao pronto-socorro municipal, onde finalmente recebeu o tratamento correto e teve o braço engessado.
Em nota, a Fundação Saúde informou que a UPA de São Pedro da Aldeia não conta com atendimento especializado em Ortopedia. A gestão disse ainda que vai apurar o caso e reafirmou o compromisso de oferecer assistência de qualidade.
Enquanto isso, fica a pergunta que não quer calar: como uma UPA infantil funciona sem ortopedista? É duro, é triste, mas é a realidade.










