A tarde desta quinta-feira (22) foi de tensão em frente à sede da Riotur. Os presidentes das 15 escolas da Série Ouro (antigo Grupo de Acesso) realizaram um ato público e protocolaram um ofício pesado contra o modelo de gestão do Sambódromo. O alvo principal? A Liesa (que cuida do Grupo Especial). A Liga RJ acusa a “irmã mais velha” de tratar a Sapucaí como propriedade privada e de sufocar as escolas menores com restrições de credenciamento e falta de repasse de patrocínios.
Entre as denúncias mais graves estão o impedimento de acesso a camarotes e credenciamentos, e a exclusividade abusiva de marcas de bebidas. O recado de Hugo Junior, presidente da Liga RJ, foi claro: “O Sambódromo é um bem público”. A Riotur pediu 48 horas para dar uma solução, enquanto as escolas ameaçam levar a briga para a Justiça caso o jogo não fique equilibrado para os desfiles que já estão batendo na porta!










