CAMINHÃO DESGOVERNADO MATA CRIANÇA DE 6 ANOS NA REGIÃO SERRANA DO RIO

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Uma tragédia comoveu Nova Friburgo, na Região Serrana do Rio, na quarta-feira (21). Uma criança de apenas 6 anos morreu depois que o carro da família foi arrastado por um caminhão desgovernado, que desceu uma rua e atingiu um imóvel. A menina completaria 7 anos nesta sexta.

De acordo com as investigações, o caminhão desceu sem controle pela Rua Uruguaiana. Ao chegar à esquina, o motorista pulou do veículo, que seguiu desgovernado e arrastou o carro estacionado onde estavam a criança e a mãe, até bater em um imóvel na Rua Franklim Coutinho. A polícia confirmou que o condutor não tinha habilitação.

O Corpo de Bombeiros de Nova Friburgo foi acionado para o socorro, mas a menina já foi encontrada sem vida no local. A mãe da criança, o motorista do caminhão e outro ocupante da carreta ficaram feridos e foram levados ao Hospital Municipal Raul Sertã.

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, o Centro de Tratamento de Urgência (CTU) atendeu Luciana Rabello da Costa Paula, mãe da criança, além do motorista Lucas Nogueira da Silva e de outro ocupante do caminhão, que não teve o nome divulgado.
Luciana sofreu escoriações no rosto e nos braços, além de fraturas nas costelas do lado esquerdo. Ela precisou colocar dreno no tórax, está lúcida, orientada e com quadro estável, e será transferida para um hospital particular.

Ainda segundo a pasta, o motorista do caminhão já recebeu alta médica. O outro ocupante permanece internado, com fratura na perna, em estado estável e sem risco de morte.

A Defesa Civil de Nova Friburgo foi acionada para vistoriar o imóvel atingido. Segundo o órgão, apenas o muro e o portão foram danificados.

O caso foi registrado na 115ª DP (Nova Friburgo) como homicídio culposo e lesão corporal culposa. A perícia foi realizada e as diligências seguem em andamento.

O corpo da criança foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Nova Friburgo, e ainda não há informações sobre o horário e local do sepultamento.

Um detalhe que torna a dor ainda maior: pouco antes do acidente, o pai da menina havia descido do carro para comprar um refrigerante, que levaria para uma comemoração de aniversário antecipada, no local onde a filha praticava judô. Uma história interrompida de forma brutal.

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