Se a intenção era “parar a Sapucaí”, a missão foi cumprida, mas do jeito errado! A chegada de Virginia Fonseca ao Sambódromo à 0h30 desta terça-feira foi o estopim para um tumulto que atropelou até o desfile da Vila Isabel. Com uma comitiva de mais de 20 pessoas e cercada pelo presidente de honra Jayder Soares, a influenciadora atravessou as alas da Vila como um trator, deixando componentes da azul e branco atônitos e a organização da Grande Rio perdida. Virginia, acuada e assustada, acabou “escondida” atrás de um caminhão de bombeiros até a hora de brilhar.
Mas o brilho demorou a aparecer. Ao entrar no Setor 1 sem a bateria, Virginia sentiu o gelo do público: um silêncio que doeu mais que vaia. E por falar em vaia, elas vieram! Nos setores 6 e 7, a arquibancada não perdoou a falta de samba no pé e o visual visivelmente desconfortável. O tapa-sexo que descolava e a fantasia que parecia nunca ter sido testada travaram a evolução da rainha, que mal conseguia se mexer à frente dos ritmistas do Mestre Fafá.
Para completar o enredo de terror, o clima nos bastidores pegou fogo com uma briga de “cachorro grande” entre um dirigente e o intérprete Evandro Malandro, com direito a palavrões e tensão máxima. No fim, exausta e sem fôlego, Virginia arrancou o costeiro — um gesto que pode custar pontos preciosos para a escola de Caxias. No tribunal do samba, o veredito foi um só: uma sucessão de erros que transformou o “hype” em decepção.










